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Com a mesma velocidade que empresas abrem no Brasil, fecham. A grande maioria delas é por falta de planejamento. Ao planejar a abertura de uma empresa, muitos ignoram a parte visual, a identidade visual corporativa, e isso é uma falha bastante séria, pois o que a marca (sinal, imagem, nome, símbolo) é o que liga seus produtos e/ou serviços à empresa.
Ter uma marca significa ser lembrado por seus consumidores. No caso em análise, de que vale todo o esforço para ter uma excelente empresa se na hora em que o consumidor precisar de um dos produtos ou serviços por ela oferecidos ele simplesmente não se lembrar dela?
É isto que significa construir uma marca. É ser lembrado, diferenciado e preferido por quem te interessa, ou seja, por sua clientela.
Então precisamos saber para que serve a publicidade e qual a real importância de uma marca, seja qual for a área de atividade de sua empresa.
A construção de uma marca envolve muito mais do que a simples escolha de um nome ou símbolo e de seu registro junto ao INPI.
A construção de uma marca envolve, também, a análise dos aspectos mercadológicos envolvidos tais como:

criação do desenho da marca; compatibilidade com os produtos e serviços oferecidos pela empresa;
o nome utilizado como marca deve ser de fácil pronuncia; 
o nome e símbolo que eventualmente representem a marca devem ser de fácil memorização pelos consumidores, entre outros.

Além disso, para a construção de uma marca de sucesso é necessário ainda investir na identidade visual do estabelecimento, que vai desde as cores da fachada até o interior do próprio estabelecimento, incluindo seus móveis, equipamentos, instalações, etc.

Tudo isso está envolvido com a construção da minha marca?

Sim, tudo isso, além é claro do estabelecimento de um padrão de qualidade dos produtos e serviços com os quais você irá trabalhar e, também, o investimento na qualidade do atendimento de seus consumidores.

Mas o que a publicidade faz afinal?

Antigamente, as pessoas trocavam produtos por produtos, era o chamado escambo. Eu tenho galinhas sobrando, você tem trigo sobrando, então nós trocamos estes produtos, simples assim! Com o tempo, surgiu o dinheiro, que é um símbolo de valor, de forma que posso trocar minhas galinhas por dinheiro (que representa um valor) e o dinheiro pelo trigo. Com o capitalismo, o comércio tornou-se extremamente necessário para o funcionamento do sistema, e é aí que entra a publicidade, tentando diferenciar o seu produto dos demais.
O que aconteceu foi que todos começaram a apelar para o racional, para o custo-benefício, criando propagandas que destacavam vantagens em seus produtos. Por exemplo, vamos pegar o caso da Coca-Cola. Por se tratar de uma bebida cor caramelo escuro (quase um preto), era fadada à rejeição pela sociedade (por ser associada à água suja), por isso, as primeiras campanhas da empresa eram voltadas a mostrar que a Coca-Cola era uma bebida saudável e limpa. Pouco depois, o apelo foi pelo sabor: “beba coca-cola porque é gostoso e refrescante”.
Seguindo a mesma linha, isso virou um padrão de propaganda por muitos anos (não por causa da coca-cola, claro), de forma que o produto era vendido com base em suas qualidades. Ocorre que com o tempo, os publicitários se deram conta de que existe algo muito mais poderoso para ser explorado, o inconsciente do ser humano, o “id”, o irracional, o lado selvagem de cada um, o lado bicho. Nosso cérebro possui níveis de abstração (o que a psicanálise chama de “id”, “ego” e super-ego”), de forma que dentro de cada um de nós, existe um pedaço animalesco, é o desejo, desejo por tudo: fome, sede, sexo, descanso, etc. Mas esta camada é muito bem controlada por outra que é o nosso consciente, um freio de mão que mantém a fera sob controle. É isso que nos diferencia dos outros animais, e quando um ser humano não consegue manter esse controle, ele é tido como doente, e levado para tratamento psicológico.
Por que eu disse tudo isso? Porque a publicidade hoje ataca justamente esta área super protegida do cérebro, o inconsciente. Ela tenta quebrar a barreira do consciente e nos deixar um pouco mais “irracionais”, criando assim uma necessidade de consumir. Note que hoje, a Coca-Cola não se apoia mais nas idéias de que é gostosa, mas sim em frases como “o sabor que transforma”, ou “a alegria do natal”. Ela não vende apenas uma bebida que mata sua sede (mata?), mas também alegria, felicidade, contatos sociais, amizades, etc. É como pegar um produto e vendê-lo como um sonho. Não estão te vendendo cerveja, estão te vendendo sexo, curtição. Não estão te vendendo um carro, estão te vendendo poder e superioridade. E assim por diante, os exemplos são muitos… É difícil admitir, mas somos bonequinhos controlados.

E onde a marca entra nessa história?

Antigamente, a marca era apenas um diferencial, algo que permitisse ao seu cliente distinguir a sua empresa da de seu concorrente. As marcas muitas vezes eram (ainda são, em muitos casos) usadas apenas como um nome. Mas isso mudou drasticamente de tempos para cá, a marca hoje é um grande aglomerado de idéias, sentimentos, e ela é responsável por gerar estímulos no consumidor. Uma marca bem resolvida é o primeiro passo para o sucesso de uma empresa.
Peguemos mais um exemplo, o da Nike. Afinal o que é a Nike? A Nike não fabrica nenhum produto que comercializa, não existe nenhuma grande fábrica da Nike de onde saem todos seus produtos. A Nike é hoje uma marca apenas, uma assinatura de luxo para seu produto. Se pegarmos todos os bens da Nike e vendê-los, eles somariam uma pequena fração do valor da marca em sí (que é algo totalmente abstrato, não existe fisicamente).
Mais um exemplo de sucesso é a Ferrari. A Ferrari produz carros certo? Não, a Ferrari produz sonhos, é um fetiche. Talvez você possa achar que isso tudo é inútil, e que a Ferrari não iria ganhar 1 tostão com você, afinal carros de 1 milhão e meio de reais estão um pouco fora do seu orçamento. Pode até ser que você nunca vá comprar um Ferrari, mas você pode comprar uma miniatura, um adesivo, uma camiseta, um relógio, um perfume, ou até mesmo receber um brinde ao comprar seu jornal. Se você criar um produto e tiver dinheiro suficiente, pode pedir para a Ferrari assiná-lo para você, é assim que funciona. Você paga muito por uma simples assinatura, acredite.
Você deve estar pensando: “Legal, mas exemplos de grandes marcas como Ferrari, Nike e Coca-Cola são totalmente fora da minha realidade, é fácil achar casos de sucesso assim! Como posso usar isso a meu favor?”
Simples, tratando a identidade visual de sua empresa como o seu maior patrimônio, assim como os inúmeros casos de sucesso existentes. Acredite, sua marca é MESMO seu maior patrimônio, mesmo que em menores escalas. Suponhamos que você tenha feito um determinado trabalho para alguém, e este seu cliente tenha gostado. Seu cliente pode te indicar para outras pessoas, e é o seu nome que está indo junto, sempre.
Identidade é identidade, e não deve ser mudada assim como se troca de roupa, daí a necessidade de se criar um padrão para tudo. Criar uma marca bem trabalhada, um estudo de cores, tipografias padronizadas, enfim, fazer todo o material de sua empresa seguir um mesmo padrão reforçando ainda mais a sua identidade é o primeiro passo para sua empresa alavancar. Lembre-se, design claro e objetivo aumenta drasticamente na qualidade percebida de seus cliente, bem como funcionários.
O Design também pode ser usado a nosso favor mesmo que não tenhamos uma identidade corporativa nas mãos. Profissionais autônomos necessitam produtos bem trabalhados para divulgação, e mesmo nesse material é importante manter uma identidade sólida e consistente.

Cartão de visita

O cartão de visita é um pequeno cartão contendo os dados de contato de uma pessoa ou corporação. Para muitos, ele é a primeira ferramenta de marketing. Após um contato profissional, é fundamental que a conversa seja finalizada com a troca de informações de contato, para que a relação continue, e é aí que entra o cartão de visita. A conversa pode continuar por telefone, e-mail, messenger, skype ou até por correio, e estes são os dados que devem constar no seu cartão de visitas.
Recebemos cartões de visita a todo tempo, e o destino deles inicialmente é o bolso, para mais tarde irem para a carteira, a gaveta, a agenda ou até para o lixo. Neste pedacinho de papel podemos passar todo o profissionalismo e seriedade de uma grande corporação ou todo o amadorismo e falta de preocupação com a aparência de nossa empresa ou nosso trabalho.
O design aumenta significativamente a qualidade percebida de qualquer produto, e com os cartões de visita não é diferente. Mesmo tendo uma pequena empresa ou trabalhando sozinho, um cartão pode passar a idéia de qualidade e seriedade, da mesma forma que mesmo sendo de uma grande empresa multinacional, um cartão mal diagramado pode passar a idéia de amadorismo e falta de qualidade. A grande maioria das pessoas dá preferência ao belo e compra a imagem. A grande maioria dos livros é vendida pela capa, os produtos em uma prateleira de mercado pela embalagem, e assim sucessivamente. Ao ir a um restaurante e pegar um cardápio, pessoas compram pelas fotos e ilustrações atrativas dos alimentos, mesmo sendo eles completamente diferentes dos reais a consumir.
Em outras palavras, se um cliente tem em mãos 2 cartões de visita de 2 profissionais que fazem o mesmo tipo de serviço, ele dará preferência ao cartão que passar melhor o conceito de qualidade e profissionalismo, muitas vezes mesmo que este profissional cobre um pouco mais caro.
Para se destacar, seguem algumas dicas para se obter os resultados esperados e se destacar perante seus concorrentes com cartões de visita:

1 - Contrate um profissional capacitado

Design é uma profissão e como todas as outras conta com bons e maus profissionais. Muitas pessoas confundem design com arte. Design não é arte, mas pode usar arte. O design é capitalista e visa resultados. Beleza é uma questão pessoal de gosto, o que é belo para mim pode não ser para você e o bom designer sabe disso. O bom designer trabalha em cima do seu público alvo e tenta se comunicar diretamente para atingir o melhor resultado esperado. Design é sinônimo de projeto, e um designer competente projeta cartões utilizando conceitos adquiridos que vêm da psicologia, gestalt, teoria das cores e história da arte. Em outras palavras, não adianta criar um cartão de visita lindo e super moderno sendo que seu público é tradicional e não está suscetível a grandes mudanças. Da mesma forma como não é uma boa idéia criar um cartão tradicional, simétrico em papel de luxo para um público jovem e antenado com novas tecnologias. Design bom é aquele que trás resultados. Mesmo que você tenha uma boa idéia do que queira, o auxílio de um profissional pode evitar que cometa erros graves na escolha de fontes, dimensões e imagens.

2 - Imprima com profissionais

Impressão é muito mais complicado do que parece. Imprimir cartões em casa definitivamente não é uma boa idéia. Cartões produzidos em impressoras jato de tinta convencionais não possuem uma qualidade profissional e podem borrar no contato com umidade (incluindo a das mãos), sem contar que o corte dificilmente fica reto. O que você vê na tela nunca é o que você obtém no papel, isso porque tela e impressoras utilizam escalas de cores diferentes. Se possível, deixe a cargo do designer se encarregar da impressão. Um bom designer tem maior conhecimento de causa e consequentemente maior capacidade de se relacionar com a gráfica, pense nisso.

3 - Um bom logotipo muda tudo

Cartões de visita sempre ficam mais atraentes e profissionais quando levam um logotipo. Se você não possui um, desenvolva-o primeiro, assim você evita gastos futuros tendo de criar novos cartões quando tiver o logo. De preferência, solicite que o mesmo designer dos cartões trabalhe seu logotipo, assim ele imprime a mesma identidade visual em toda a sua linha de produtos (logotipo, cartões de visita, timbrados, folhetos, etc). Mesmo que você seja um profissional autônomo, é possível criar um logo para você inclusive usando o seu nome.

4 - Cartões de visita não são panfletos

Coloque em seu cartão apenas as informações que realmente são necessárias para um primeiro contato. O importante é que o seu potencial consumidor possa identificar quem é você, o que você faz e como entrar em contato. Menos é mais, e espaços em branco, respiros e vazios são tão importantes quanto o conteúdo propriamente dito. Se quiser fazer propaganda e divulgar todos os seus produtos e serviços, utilize folhetos ou flyers que são mais adequados à essa necessidade.

5 - Inove mas sem perder a função

É sempre bom inovar com um acabamento especial, um formato diferenciado ou um corte diferente (cantos arredondados, por exemplo), mas tome cuidado para não comprometer a função dos seus cartões. Os cartões tradicionalmente são retangulares e no tamanho de 9 x 5 cm não por acaso. Este tamanho e formato permitem que seus cartões possam entrar facilmente em qualquer carteira, bolso ou pequeno compartimento e são grandes o bastante para não se perderem tão facilmente. Cartões imensos ou com dobras que os deixem volumosos podem ter outro destino que não um bolso ou carteira e provavelmente será o lixo. Já cartões muito pequenos se perdem no fundo de bolsos ou compartimentos e acabam sendo esquecidos. Da mesma forma, cartões laminados em papel muito grosso podem ficar pontiagudos e incomodar no bolso, até machucar. Arredondar cantos é sempre uma boa opção.

6 - Tente algo diferente do padrão

Experimente pegar todos os cartões de visita que você já recebeu. Você notará que a grande maioria deles é impressa e envernizada por completo. Isso porque este é o cartão mais barato a se produzir, em OffSet com verniz total. Tente fugir um pouco do convencional e se destacar. Para isso, comece por um design bem feito e despoluído. Depois utilize algum acabamento diferenciado, veja alguns exemplos abaixo:

  • Cantos arredondados - São confeccionadas facas especiais que cortam seus cartões deixando os cantos arredondados. Isso os torna muito mais suaves e esteticamente mais agradáveis, menos agressivos.
  • Laminação fosca - Trata-se de uma película plástica que é aplicada nos cartões. É semelhante a uma plastificação convencional de documentos, só que neste caso o plástico é completamente fosco e não reflete nenhum brilho. Com isso, seus cartões ficarão muito mais lisos e aos olhos de um leigo será como se fossem impressos em algum tipo de papel ultra-liso e único. A laminação esconde as imperfeições do papel e ainda dá uma resistência maior a ele, deixando-o mais firme, difícil de rasgar e resistente a umidade (incluindo a gordura das mãos).
  • Verniz UV localizado - Ao invés de aplicar o verniz em todo o cartão deixando-o brilhando por inteiro, opte por aplicar apenas em alguns detalhes (como seu logotipo ou seu nome). Este verniz possui uma secagem rápida sob a luz UV e ganha um pequeno relevo, dando ainda mais destaque. Em conjunto com a laminação fosca, cria um contraste interessante de áreas brilhantes versus área fosca.
  • Plástico PVC - Cartões podem ser impressos em plástico e não apenas papel. São diferenciados e não tradicionais, e podem ainda ser translúcidos. Nem todas as pessoas gostam de cartões de plástico, mas quando utilizados corretamente podem passar a idéia de moderno e diferente.
  • Papéis especiais - Existem diversas fábricas de papel ao redor do mundo, e muitos representantes e distribuidores. Papéis podem ter texturas diferentes, brilhos, cores e até passar conceitos como é o caso dos reciclados. Alguns papéis são produzidos quase que artesanalmente e trazem em sua composição elementos nada tradicionais como casca de vegetais ou aparas metálicas. Ao trabalhar com papéis especiais é ainda mais importante a consultoria de um designer especializado pois nem todos os papéis aceitam todos os tipos de impressão ou acabamento.

7 - Utilize seus cartões de forma correta

Para cada necessidade existe um cartão apropriado. Existem várias formas de se utilizar um cartão de visita. Ao final de um encontro de negócios que possa gerar frutos futuros, é fundamental deixar seu cartão de visitas. Em uma relação de comércio por um atendimento exclusivo (como a venda de um automóvel ou de um imóvel, por exemplo) a entrega do cartão no início da conversa já passa segurança e profissionalismo para o seu cliente em potencial, e segurança é fundamental para fechar um negócio. Para divulgação de produtos e serviços de grande demanda (como venda de produtos cosméticos, assistência técnica, restaurantes, etc) deixar alguns cartões disponíveis para que quem interessar possa pegar é uma boa opção.

 
 
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